Advogado de vítimas diz que socialite presa nos EUA por aliciar meninas pode se matar ou 'ser silenciada' por saber demais


Maxwell é ex-namorada de Epstein, magnata que se suicidou na prisão, onde esperava julgamento por abuso sexual

Enquanto a “cafetina” de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell, passa seus primeiros dias atrás das grades, em New Hampshire (EUA), um advogado de suas supostas vítimas acredita que ela provavelmente sofrerá o mesmo destino do bilionário americano condenado por abuso sexual – que morreu na prisão em agosto do ano passado. Spencer Kuvin disse ao britânico “DailyMail.com” que Maxwell – socialite britânica e ex-namorada de Epstein – “sabe demais” e que pessoas poderosas podem querer silenciá-la enquanto ela está na cadeia.

“Pode ser que ela não consiga lidar com o medo do que vai acontecer com ela e resolva o problema com suas próprias mãos ou haverá pessoas com muito medo do que ela tem a dizer”, afirmou Kuvin. O advogado contou que as pessoas riram dele quando previu que Epstein morreria na prisão e que algo lhe diz que acontecerá a mesma coisa com Maxwell.

A socialite tem uma grande rede internacional de amigos e conhecidos, de acordo com o “Daily Mail”, alguns dos quais sem dúvida a ajudaram a se esconder desde o suposto suicídio de Epstein. Mas um das ex-confidentes delas assegura que o príncipe Andrew – duque de York, terceiro filho da rainha Elizabeth II da Inglaterra, e pessoa de interesse na investigação – não tem nada a temer, pois ela nunca ofereceria informações sobre a ligação dele com o magnata.

 

 

 

“A única maneira de ela ser libertada é se delatar alguém, mas esse definitivamente não será Andrew”, opinou Laura Goldman, corretora de ações de Nova York que conhece Maxwell há vários anos, disse ao jornal “The Daily Telegraph”: “Ela é tão agradecida porque, quando chegou a Nova York, o duque ajudou a lançá-la na alta sociedade. Ela sempre fala sobre o verdadeiro amigo que ele é. Ela não vê nenhum motivo para falar sobre ele com as autoridades”.

Maxwell, de 58 anos, foi presa pelo FBI na quinta-feira acusada aliciar meninas menores de idade para Epstein, que abusava delas. A socialite conquistava a confiança de garotas de até 14 anos e as levava para “armadilhas” armadas por ele e Epstein – e, em alguns casos, participava dos atos sexuais, segundo afirma a acusação federal.

 

 

 

Namorada de Epstein por pelo menos três anos na década de 1990, Maxwell foi encontrada em Tuckedaway, uma mansão no topo da montanha na zona rural de Bradford, New Hampshire, que ela havia comprado anonimamente por US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões na cotação de sexta-feira) em dezembro. Segundo o “DailyMail.com”, raramente deixava a casa isolada, com vista deslumbrante do Monte Sunapee. Ninguém na cidade sabia que ela morava na propriedade de quatro quartos e quatro banheiros, situada em terreno de mais de 600 metros quadrados.

Agora, a socialite vai passar o fim de no relativo conforto da Cadeia do Condado de Merrimack, em Boscawen, New Hampshire, antes de ser transferida para Nova York, onde ficará alojada numa prisão federal enquanto aguarda julgamento.

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